Our Fears

São as imagens que dão vida aos textos, e os textos que dão movimentos às imagens. E rodam todos como karaminholas na kuka da Krika.



domingo, 15 de janeiro de 2012

Os sonhos devem ser tocados com as mãos!


A vida é uma caminhada no escuro. Você até sabe aonde quer chegar, mas não consegue ver além do que pode tocar.

Eu convivi grande parte da minha vida com um tio cego, o modo como ele encarava a vida era tão diferente, talvez porque a escuridão não lhe fosse um empecilho.

Quantas e quantas vezes esbarramos em um problema que parece ter aparecido do nada, exatamente como um orelhão ou uma caixa de correspondência surge para um cego, que com sua bengala já havia mapeado a área e não tinha identificado nada. A colisão é certa!

Um problema sempre nos atordoa, alguns nos deixam no chão, outros deixam pequenos hematomas, que nem lembramos mais quando aconteceu o esbarrão. Mas o fato é que quanto mais problemas nós vivemos, mais técnicas nós desenvolvemos para preveni-los.

Raras vezes eu ouvi meu tio lamentar algo, na verdade ele sempre foi o porto seguro da família. Sempre que alguém tinha um problema, bastava algumas horas de conversa com ele. As conversas dele nunca vinham acompanhadas de sermões, mas de uma lição de vida.

Com ele que aprendi que a caminhada no escuro pode ser divertida se pudermos rir das quedas e continuá-la. A cada sonho conquistado, devemos fincar uma bandeirinha e demarcar nosso mapa de vida com novos sonhos. Ao final, seremos capazes de olhar para o caminho percorrido com o mesmo orgulho de quem veio, viu e venceu! «

sábado, 15 de outubro de 2011

Saí do chão!

Eis um sopro de verdade: temos sempre dois lados, divididos entre o esquerdo e o direito. Um lado emoção, o outro razão.

O equilíbrio é onde reside nossa força, eis a arte de dosar a emoção e a razão na medida certa; dosar a generosidade e o egoísmo; o amplo e o restrito para atingir o todo.

Se tivéssemos asas não poderíamos voar plenamente com apenas uma delas. Se uma representasse a coragem e a outra o medo, voar com apenas uma nos levaria à ruína absoluta.

A coragem sem medo, não conquista a vitória, sucumbe à morte. O medo sem coragem não alavanca uma ação, apenas nos retém na imobilidade. Mas, a coragem e o medo juntos são poderosos! Enquanto a coragem nos faz avançar, o medo nos deixa alerta e nos previne dos riscos, antecipa as emboscadas.

Tentar voar com apenas uma das asas nos prende, em voltas ao redor de nós mesmos. Ao passo que voar batendo as duas asas representa a harmonia e o equilíbrio, que nos levará a alçar os vôos mais altos. Y

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Maktub (está escrito!)

Muitas vezes o que parece uma perda é na verdade uma vitória.

Se bem que, pensando bem, não é exatamente uma perda não atingir um objetivo que fere nossos princípios.

Venci, quando ele jogou a toalha e desistiu. Ele teve que colocar o ponto final no que tinha começado, e assumiu sua derrota: não teve o que queria!

Sua boa lábia não funcionou, gastou verbos à toa. Fui valente, não arredei pé dos meus princípios, por que deveria? Sou muito mais forte do que contavam!

Mantive-me íntegra, não sucumbi a jogos e mentiras, enfrentei todas as adversidades de frente. Acreditei na força de um amor divino, e apesar da aparente derrota, estou envolta em paz.


Sempre vai existir a mão que apodrece o fruto. Mas o que acontece quando essa mão toca o fruto já apodrecido? É verdade, ela se suja!

Enquanto o fruto que resistiu ao apodrecimento (mesmo que perca algumas partes afetadas) continua a ser alimento, nem a mão que a tudo apodrece, nem o fruto apodrecido, encontram outro destino senão: um lavar a mão e o outro ser atirado ao lixo. «

terça-feira, 11 de outubro de 2011

E assim caminha a humanidade...

Existe uma grande diferença entre fazer a coisa certa e a mais fácil.

Tem pessoas que se julgam espertas, quando estão sobrepujando os demais. Ledo engano, a verdadeira vantagem que se tem sobre a outra pessoa é não ter nenhuma.

Toda máscara um dia cai, toda mentira um dia é descoberta, e o esperto se vê nu e indefeso como sempre foi. Usou tantos artifícios para mostrar uma segurança que nunca teve, que por fim torna público o que, intimamente, sempre soube: é um fracassado!

Tem mulher comprando homem, bancando a casa, os vícios dele, as pequenas infidelidades, as esquisitices, e ainda arrota que todo homem é assim. Incrível como o ser humano se torna medíocre diante do medo ou incapacidade de conquistar alguém pelo que realmente é. E para minimizar a mediocridade, conforma-se com tão pouco, dando a isso um sopro de filosofia de vida barata.

Mas se tem mulher comprando homem, por outro lado tem homem comprando mulher, submetendo-se aos fetiches mais estranhos, como troca de casais, sado-masoquismo, voyeurismo, e sei lá mais o que. Ele minimiza a mediocridade e a impotência mental, desfilando com uma mulher vulgar por aí. Então, vale o discurso barato de que tem um avião ao lado, como se tivesse competência para pilotar algo além de sua baixa-estima.

O amor nunca coube em uma caixinha perfeita, mas ele pressupõe parceria e companheirismo. Alguns vão levantar as bandeiras, e a generosidade, e o altruísmo?

Generosidade e altruísmo nada têm a ver com falta de caráter, falta de ética, falta de amor-próprio, falta de sensibilidade e falta de bom senso.

Como eu disse no início, existe uma grande diferença entre fazer a coisa certa e a mais fácil. Fazendo a coisa certa assumimos uma responsabilidade e precisamos estar atentos para que realmente seja a coisa certa, já o mais fácil, basta passar a vida enrolando, contando mentiras, escondendo artimanhas, e se algo der errado, abandona-se ou aponta o dedo acusador para quem estiver mais perto: “Não deu certo por sua culpa, não minha.”

É no dia-a-dia que nasce a corrupção, pois se tem gente comprando, tem gente se vendendo. Uns se vendem por grandes somas, outros por uns trocados, mas em ambos os casos estão se vendendo por muito pouco.

Não aprenderam nada com tantos messias, profetas, pensadores e iluminados que passaram por esse mundo, ainda dão valor ao dinheiro, tornam-se gananciosos. Um carro caro não faz um homem, uma roupa de grife não faz uma mulher, são apenas adornos. Que devemos usar sim, mas não vivermos em função disso, como se fosse o mais importante.

Somos seres pensantes, não deveríamos estar usando nossos cérebros para solucionar os problemas da humanidade, como evitar guerras, fome, miséria, explorações, extinção do nosso habitat?

terça-feira, 22 de março de 2011

SOS: O planeta de amanhã depende das atitudes de hoje

Eis um fato: esgotamos nosso planeta!

A calota de gelo do Oceano Ártico recua 45 mil km2 por ano. Em menos de 20 anos desaparecerá.

Países da América como: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Cuba, Peru e México experimentam sofrem com a acelerada desertificação de algumas de suas áreas.

A Antártica derrete 250 km2 por ano.

Geleiras que cobrem as mais altas montanhas ou cadeias montanhosas, como o Kilimanjaro (África), Himalaia (Ásia) e Andes (América do Sul) têm desaparecido no verão.

As temperaturas têm se elevado inclusive no inverno, principalmente na Europa Central, Península Ibérica, Escandinávia, Mediterrâneo e Alpes.

Aumento dos desastres ambientais como ciclones, enchentes e inundações decorrentes do aumento de temperatura da terra e oceanos.

Por conta do degelo das geleiras, o nível dos oceanos aumentou.

Nossas florestas estão morrendo.

Estamos vivendo uma crise ambiental, e se não pudermos rever nosso estilo de vida, os prejuízos a vida e monetários serão enormes.

O tsunami que ocorreu recentemente é um exemplo de desse prejuízo, pessoas perderam suas vidas, pessoas perderam suas propriedades e agora vivem o drama da radiação.

Não se trata de uma punição divina, mas uma auto-punição. Somos responsáveis pelo que plantamos.

A Global Footprint Network fez uma projeção do número de planetas que necessitaríamos caso mantenhamos o mesmo nível de consumo.

País

Número de Planetas

EUA

5,33

Canadá

4,22

Austrália

3,66

Suécia

3,38

Alemanha

2,56

Japão

2,44

Argentina

1,27

África do Sul

1,27

Brasil

1,16

China

0,88

Índia

0,44

Somália

0,22

O modo de vida que escolhermos será responsável pelo futuro de nosso planeta.

Faço um convite a você, reaja! Y

terça-feira, 15 de março de 2011

O melhor ano de nossas vidas


O ano de 2011 começou! O ano só começa após o Carnaval, não é o que dizem?

No ano de 2010 eu fui ao show do Bon Jovi e foi simplesmente ES-PE-TA-CU-LAR! Eu sempre disse que o único homem que pode virar a minha cabeça é o Jon, e eu não estou brincando, isso é sério!

Claro que esse sentimento é só da minha parte, para ele eu só apenas mais uma fã, e de mais a mais ele é tão perfeito que é um homem de família.

Bom, vamos ao que interessa, eu dancei, pulei, cantei, gritei, fiz declarações de amor a plenos pulmões por 3 horas, e ao final faria tudo de novo por mais 3 horas, não sentia fome, nem sono, nem cansaço, nada além de uma felicidade incontida.

Gente é isso que eu quero na minha vida! O Jon? Digo sim para ele a qualquer tempo! Mas é preciso de dois para dançar um tango, e para esse tango ele já tem parceira faz tempo (lucky girl!). Eu me referia à felicidade incontida, que me deu tamanha energia que as pessoas comentaram por dias que eu estava mudada.

Eu sempre saio de uma missa revitalizada, mas nenhuma missa que eu tenha participado me proporcionou tal estado de elevação.

O gatilho não foi só o Jon e a banda, foi tudo, eles estavam lá dispostos a fazerem o melhor show de suas vidas e eu disposta a assistir o melhor show da minha vida. Quando temos essa disposição o melhor acontece!

Eu estou disposta a viver o melhor ano da minha vida. E você?
Y

sábado, 27 de junho de 2009

Semântica do Beijo


Tiago (Português) pergunta: Tenho uma dúvida existencial: porque é que se diz "beijinhos grandes". Se são grandes, não são "inhos", se são "inhos", não são grandes. Ora decidam-se lá, faz favor.

Krika (Brasileira) responde: Não falamos assim no Brasil, falamos "beijinhos", "beijão", "beijo grande", "beijos", mas é coisa bem rápida, quase não se nota, pois gostamos mesmo é do verbo: "beijar", que é colocar o beijo em ação, daí, meu amigo, a semântica se perde, e o verbo muda... (risos).


Viver é atuação principal, o resto a gente faz por prazer, diversão ou necessidade.